quinta-feira, 12 de abril de 2012

Direitos iguais a todas as pessoas


          
O direito à moradia é parte do direito a um padrão de vida adequado. Mas isso não se resume em apenas um teto com quatro paredes, é sim, ter acesso a um lar e a uma comunidade segura para viver em paz e principalmente com dignidade. É muito mais amplo do que se possa imaginar, a pessoa tem o direito de viver em paz, sem medo de remoção ou ameaças indevidas, deve-se ter infra-estrutura (esgoto, energia elétrica e coleta de lixo), deve ter acesso a um meio ambiente equilibrado, deve haver moradias com preços acessíveis a todos, um local adequado para se construir uma casa, sem perigos de desabamentos ou locais com riscos de doenças, moradias com localização adequada perto de hospitais, escolas, creches e principalmente ao transporte público seja em áreas urbanas ou rurais. Todos esses itens importantíssimos são deveres do Estado que na verdade não cumpre sua obrigação de garantir direitos que assegurem a população contra atos desumanos.  Ao contrário, teria a obrigação de garantir as pessoas condições existenciais mínimas  para uma vida digna e saudável.

O problema de moradia é muito antigo, o Estado está cansado de saber sobre esse assunto que nunca é resolvido. A desigualdade social é tão grande, que prédios luxuosos são rodeados por favelas, as pessoas não se preocupam com isso, elas esquecem que todos são seres humanos.

Embora a nossa Constituição Federal assegure o direito à moradia como um direito fundamental, é visível, em toda parte das cidades brasileiras, que a moradia digna simplesmente não existe. O Estado deve abrir os olhos para a população e principalmente prestar mais atenção nas pessoas que vivem nas ruas tratadas como lixo e colocar em prática o que está escrito na nossa constituição.

REFERÊNCIA:BASSUMA, Rose. Direito a moradia não é dignidade humana?. Brasil. 2012.  Disponível em: http://blogrosebassuma.blogspot.com.br/2012/01/direito-moradia-nao-e-dignidade-humana.html. Acesso em 11 Abr. 2012








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